A Geometria Sagrada dos Códigos Arcturianos: Mecanismo de Telepatia

person Postado por: Jorge Dias Alves list Em: Noticias No: comment Comentário: 0 favorite Popular: 863

Todos os pensamentos são impulsos elétricos circundados por um

campo de energia eletromagnética. Esse campo de energia tem a

capacidade de se mover a velocidades que a mente humana não pode

sequer começar a compreender. Nesse movimento, são transferidas

imagens diretamente relacionadas a visualizações, emoções e sistemas de

códigos da língua universal.

Enviar ou não os impulsos magnéticos para um outro lugar é uma

opção individual, determinada pela quantidade de emoção e força de

vontade que um ser é capaz de armazenar. Com essa opção e consciência

da mente, um ser determina o grau de controle sobre a comunicação

telepática que vai obter numa vida. A força que impulsiona e projeta os

pensamentos baseia-se numa equação constituída de duas partes de

energia eletromagnética e uma parte de emoção.

O cérebro e a mente de um indivíduo, combinados à opção e à sua

convicção determinam a capacidade de enviar mensagens. Os

pensamentos fazem parte da Mente Universal, e a energia que os põe em

movimento na consciência humana é a intensidade da convicção, da

necessidade de entrar em comunhão e de ser um com esse poder.

Todas as manifestações de energias criativas resultam de

combinações de frequências da energia da luz e das vibrações sonoras.

Ao combiná-las, o ser é capaz de assimilar o poder de criar proveniente da

Mente Universal, tendo acesso aos seus códigos.

Os arcturianos afirmam que a forma mais elevada de telepatia

acontece de alma para alma e só é possível quando o ser está integrado e

tem a capacidade de focalizar a consciência da alma. Sugerem também

que, para compreender de fato a telepatia, é preciso compreender a

natureza da força, das emanações e irradiações das correntes de energia.

Nossa mente contém três campos distintos: consciente,

subconsciente e supraconsciente. Tratemos um pouco sobre a consciência

humana, para que compreendamos os mecanismos da telepatia.

Nossa consciência apresenta um aspecto consciente, que é a parte

conhecida de nós mesmos, e outro inconsciente, que representa a nossa

parte não conhecida.

O consciente, também chamado de “campo da consciência”, ou seja,

é aquela porção de consciência que o eu racional dispõe em dado

momento. De fato, os conteúdos deste campo de consciência também

podem variar conforme a direção e a focalização da atenção.

Na verdade, é a atenção que nos torna conscientes de um

determinado fato. Ela é comparada a um feixe de luz que podemos orientar

em qualquer direção, sendo tanto mais intensa quanto maior for sua concentração, podendo ainda ser circunscrita, tal como a luz de uma

lâmpada, que amparada por um quebra-luz, ilumina uma determinada área,

enquanto todo o resto permanece na penumbra, e da qual chamamos de

“pré-consciente”.

O inconsciente apresenta três níveis diferentes: inferior, médio e

superior. O inconsciente inferior ou subconsciente representa o nosso

passado, os nossos instintos atávicos, porém sempre ativos e vitais,

exercendo uma profunda influência sobre o nosso comportamento e sobre a

nossa maneira de pensar. Além disso, contém todas as experiências,

eventos, sofrimentos e traumas que ficaram indelevelmente impressos no

nosso inconsciente, desde os primeiros passos no caminho evolutivo como

consciência individualizada.

O inconsciente médio é o pré-consciente falado acima. Representa

o presente, isto é, compreende todos os conteúdos da psique que podem

entrar facilmente no campo da consciência, caso direcionemos a nossa

atenção para eles. É toda aquela parte da nossa psique que, apesar de ser

atual, não podemos ter completa consciência, seja por que a nossa atenção

é restrita, seja por que não temos ainda a “continuidade de consciência”,

isto é, o conhecimento simultâneo de todos os nossos veículos sutis.

O inconsciente superior ou supraconsciente representa, em certo

modo, o nosso futuro, isto é, as nossas mais altas e nobres faculdades,

potencialidades e energias superiores que, latentes, não conseguimos

manifestar, já que não nos achamos suficientemente amadurecidos.

A consciência humana, além de ser caracterizada pelos diferentes

níveis, apresenta também a aparente presença de dois “eus”; um deles

localizado no ápice do supraconsciente – nosso “eu essencial” – e o outro

no centro do campo de consciência, como reflexo do anterior.

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